MOTELx
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MOTELx 2012
Eventos cada vez mais atractivos, os festivais de cinema têm assumido, de ano para ano, um papel de expansiva importância na dinamização cultural e cinematográfica em Portugal, propondo, em alternativa aos circuitos comerciais de exibição-distribuição, uma amplidão de oportunidades, por vezes inéditas e economicamente mais acessíveis, moldadas, em certos casos, a um (ou a vários) público-alvo: são disso exemplos o próximo Queer Lisboa e o presente MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa que, pela sua sexta vez, volta a dar, durante cinco dias, as boas-vindas ao horror.[[MORE]]Tendo vindo a tomar, ao longo de seis anos, um lugar particular no cenário dos festivais de cinema em Portugal, a mostra, devota à exibição do cinema de terror, atraiu e criou, como poucos, um crescente núcleo de fãs, entre ao seu ar cozy e alguns golpes certeiros:1. Por detrás da referida coziness do motel, estão os belos Serviço de Quarto e Quarto Perdido, duas importantes secções de um programa que combina o passado e o presente do género e investe na diversidade dentro do mesmo, estando, também, sempre a par do que vai passando pelo festival Sitges;2. A promoção e estímulo da produção de cinema português, graças a uma premiação monetária na sua, até agora, única secção competitiva;3. Uma respeitável lista de convidados, e respectivas Q&As e masterclasses —a nomes como os brasileiros Ivan Cardoso e José Mojica Marins, Stuart Gordon, John Landis ou George A. Romero junta-se, nesta edição de 2012, o mestre do giallo Dario Argento.Chegando ao fim de mais uma saudosa edição do certame, deixam-se coladas à retina imagens de alguns visionamentos, pérolas, ou nem tanto, que o pós-filme irá destacar ao longo da semana. ■Na foto de entrada: The Pact, de Nicholas McCarthy, 2012

Críticas
Serbuan maut

Bruno Leal

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Eventos cada vez mais atractivos, os festivais de cinema têm assumido, de ano para ano, um papel de expansiva importância na dinamização cultural e cinematográfica em Portugal, propondo, em alternativa aos circuitos comerciais de exibição-distribuição, uma amplidão de oportunidades, por vezes inéditas e economicamente mais acessíveis, moldadas, em certos casos, a um (ou a vários) público-alvo: são disso exemplos o próximo Queer Lisboa e o presente MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa que, pela sua sexta vez, volta a dar, durante cinco dias, as boas-vindas ao horror.